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JORNAL AMATA
Desde: 13/06/2001      Publicadas: 1011      Atualização: 28/05/2017

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 Opinião

  08/08/2009
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A RESPOSTA AO CONVITE.

Digo que após o terceiro convite não se pode recusar um pedido, então foi por causa disso que aceitei escrever no Guia Amata Bons Negócios, depois de insistentes pedidos do jornalista Luiz Antonio.
Sempre admirei a coragem e a determinação deste jornalista, tal admiração começou em meados da década de 1990, quando um militar de alta patente se envolveu com a máfia do mogno. Querendo "se dar bem", o tal militar acabou arrendando a conhecida Gleba Altamira, localizado entre o Xingu e o Iriri para uma madeireira.

A RESPOSTA AO CONVITE.

O golpe era simples, a empresa madeireira abriria uma estrada no meio da gleba, e todo mogno (Swietenia macrophylla King) encontrado ao longo da estrada seria dividido entre o militar e sua turma, com a parte devida da empresa resguardada. Agora vejam vocês tal estrada fez mais curva do que minhoca se contorcendo em uma frigideira quente. Aqui e ali eles erravam o rumo do Xingu, e se debruçaram com uma reboleira de mogno, não dá para dizer que esses meninos não eram espertos.

Não era de se esperar, o mogno é uma das espécies florestais dos trópicos de maior valor econômico, conhecido dos tempos do descobrimento do Brasil, era uma madeira usada nas caravelas, pois era resistente, leve e de bom acabamento, além disso, no caso de ataques, absorvia bem os impactos das bolas de ferros dos canhões, depois se tornou conhecida na Europa e passou a ser mesa, cadeira e assentos sanitários da realeza.
Boa justificativa para ganhar muita grana, se não fosse os olhos atentos do nosso jornalista que acabou recebendo o conspícuo codinome "Pé na Cova" por ter a coragem de enfrentar esse grupo de militares malfeitores.

Tal história foi parar no conhecimento dos altos escalões dos super arapongas, que logo vieram buscar o militar e sua turminha, tirando-os da direção da caserna, para que tal notícia não ganhasse as páginas do New York Times.
Como neste país nossa justiça é rápida, dinâmica e eficaz, os mesmos receberão o prêmio da reserva com um salário gordo pago pelo povo, o mesmo povo que seria dono do mogno.
Mas, voltando ao nosso jornalista, toda vez que converso com o Antonio, discutimos sempre temas voltados aos direitos coletivos ou ambientais, a sua preocupação com tais assuntos me leva a crer que temos aqui um exímio cidadão, que acaba expressando sua preocupação sempre que se faz necessário.

Então aceitei o convite de escrever neste tablóide, ainda não sei o tema, mas podemos ver entre ecologia, economia etc, ou seja, todos os assuntos que determinados pelo "eco". Até porque ecos é uma palavra de origem grega que representava casa ou lugar de convivência e quem de nós não é preocupado com a casa? Nem que seja onde você dorme, ou a casa maior chamada Planeta Terra. E falar sobre nossa casa sempre nos ajuda a refletir sobre o que fizemos, estamos fazendo e o que podemos fazer.
O passado é algo impressionante, alguns acreditam que o mesmo seja determinista outros que foi o mero acaso. Toda vez que olho para o passado, vejo as transformações que fizemos nessa região nos últimos 38 anos.

Somos hoje uma base importante na economia do Estado do Pará. Rasgamos uma estrada no meio da selva, produzimos gado, cacau, madeira e alimentos. Bem, destruímos um monte de florestas para isso, mas, quem disse que a agricultura é amiga da floresta? O Monteiro de Medicilândia diz que sim, ele até inventou fazer uma tal "de roça sem queimar", mas, isso é uma outra história que vou contar mais tarde.
Mas, é como falo sempre para o amigo Vilmar Soares, Vilmar encontra-se de um lado político oposto ao meu, mas, tivemos sempre o respeito de mantermos o diálogo, mesmo em momento de crise. Em uma coisa concordamos, nossa região tem uma forte representação econômica, mas, ficamos a desejar na representação política.

Todo caso estamos enfrentando um dilema, um problema local, com reações globais, toda vez que uma geleira derrete nos Alpes suíços e casas centenárias são destruídas pela lama formada com derretimento dos gelo, as imagens de TV por lá, mostram os sintomas mundiais que levaram ao aquecimento global.

E uma das imagens fortes são as emissões de carbonos que fazemos aqui com nossas queimadas e que passam sempre nas TVs Européias mundo a fora. É neste momento que os velhos aposentados europeus e americanos, investidores importantes dos fundos de pensões, que movem a economia do mundo, começam a espernear, perguntando se o dinheiro investido por eles não está financiando o tal derretimento. Um problema ecológico agora é um problema econômico ou vice versa.

Mas, como pensar em um desenvolvimento local e ao mesmo tempo estar conectado com o restante da nossa casa? "Eita casinha complicada", mas, quem disse que família a gente escolhe?
Seu Mundico um criador de gado na região, não cansa de afirma que o governo abandonou o homem do campo, e que hoje todos que criam gado são considerados bandidos. Antes, para ter um pedaço de terra era só derrubar a floresta, plantar alguma coisa e o INCRA ia lá e regularizava. O "campo" entendido pelo Seu Mundico é bem diferente da visão Kayapó que não entendem o campo com uma grande área de floresta transformada em pasto. Mas, fazer o que?, se carne ainda é nossa principal base de alimentação?

Nestes novos tempos ainda temos muito a pensar, de como conviver e viver nessa região, afinal, nossa colonização é de quatro décadas e nem se quer aprendemos andar direito quando se trata de colonização, bem diferente do oeste americano, onde os cowboys faziam as leis, onde a rifles winchester eram os códigos civil e penal.

Acredito que hoje temos como conciliar todos os nossos desejos de melhorar de vida, de construir um desenvolvimento onde poderemos rumar para novos tempos.

Agora como diz o Padre Fritz em sua homilia, "temos que ter responsabilidade e pensar no amanhã, saber se vamos prejudicar os outros ou não, isso é uma visão cristã".

Lembro do período negro da ação Arco de Fogo, deflagrada o ano passado após a polícia federal perceber que com tantos crimes ambientais acontecendo na Amazônia tinham poucos inquéritos abertos para investigar os mesmos.

Dizem as más línguas, que outros órgãos do cunho da polícia federal dos outros países tiveram que marcar um congresso aqui na região para ver se a nossa polícia olhava para essa região.
Alguns dos melhores delegados foram chamados para salvar a Amazônia, se comportavam como os famosos xerifes das cidades do oeste americano, só faltou o duelo na praça, os cavalos e as velozes carruagens, foram trocados pelas L.200 e os X-terra adaptados para o trabalho policial.

O esquema de ação era simples e inteligente, o IBAMA notificaria o infrator ambiental, e a polícia federal cumpriria a notificação. Mas, ficava parecendo que os fiscais do IBAMA tinham a melhor e mais cara empresa de proteção pessoal e não se sabia quem corria atrás de quem. Se o IBAMA ia atrás da polícia ou a polícia atrás do IBAMA.

A discórdia total veio depois que "uma pequena de colete verde" colocou uma bazuca na cintura. Tal poder de fogo bem maior do que as armas da Força Nacional foi o fim da relação institucional em campo, onde até então tudo correria bem. Alguns chegaram a apostar que ela não agüentaria o retranco do disparo e que em uma ação de fogo seria muito arriscado estar do lado da mesma.

Como lição aprendida, o Ministro acabou anunciando a criação de uma polícia federal especializada em crimes ambientais. Arco de Fogo teve momentos interessantes para a proteção da Amazônia, se não fosse à falta de uma boa base de conhecimento e informações atualizadas dos sistemas de controle da exploração madeireira na região, que deveria ser disponíveis ao público. A operação teve suas ações louváveis e acertadas, pelo menos chegaram a coibir momentaneamente a venda de papéis para o tráfico de madeira na região, pois imaginem que só tinha madeira em tora vindas do Maranhão para serem serradas aqui.
Momentaneidade se deu por uma simples questão de falta de experiência de não ter ido fazer o exercício básico para quem fiscaliza áreas de exploração florestal, o chamado "contar toco", ou seja, toda madeira retirada de um plano de manejo deixa um plaqueta no toco, e com isso se é capaz de projetar a volumetria retirada daquele plano. Ai é só pegar os documentos contábeis e visitar o pátio da madeireira, e fazer as contas básicas de matemática.

Alguns políticos estrangeiros de plantão aproveitaram o momento para garantir suas plataformas eleitoreiras para 2010. Mas, também teve momentos onde vários trabalhadores, pais de família, foram demitidos de seus afazeres e ficaram sem esperanças em pleno início de inverno. Um resultado factível observado foi o imediato aumento da violência urbana, assaltos a mão armada, residências invadidas e o sub-emprego.

Bem, o tal Arco de Fogo não conseguiu ser substituído de forma rápida pelo Arco Verde, que seria a tal agenda positiva do governo federal para região. Nem o asfaltamento da BR 230 (Transamazônica) eles conseguiram terminar e a manutenção dos trechos de terra sequer teve continuidade.

Para quem vê a Amazônia apenas de fotos de satélite, e de um gabinete com ar-condicionado, no centro oeste brasileiro fica fácil planejar e propor ações militares aqui na região. Até porque não dá para ver nas fotos as relações sociais, políticas e econômicas estabelecidas aqui nos últimos 40 anos. A unidade mínima de leitura de uma imagem são apenas pontos de luzes que não conseguem mostrar o que ocorre embaixo de uma floresta, dentro de uma canoa, ou no lombo de um animal do meio do pasto.

O bom de tudo isso é que somos convocados a pensar de como conviver aqui. Outro dia falando para uma pessoa, eu disse que seria melhor largar tudo, deixar isso tudo virar floresta, pelo menos segundo os créditos internacionais de mecanismo limpo poderíamos estar ganhando uma média de US 26.00 por hectare, se deixássemos tudo virar floresta novamente. O mais engraçado que a mãe dessa pessoa convivia pacificamente com os Arara, os temidos na Transamazônica, tai as tais relações sociais não vistas de satélites.

Fica o desafio:
Como fazer uma economia com bases responsáveis, onde o gado não agrida a floresta e a floresta possa ser produtiva? E a agricultura possa garantir renda para os produtos rurais, que possa gerar emprego, distribuir renda, garantir o presente e o futuro, pois o passado nós já conhecemos. Pelo menos a Arco de Fogo nos trouxe esse desafio: pensar no futuro.

Uma coisa eu sei: o problema não é do governo, não é dos políticos, não da Arco de Fogo, este problema quem tem que resolver somos nós que moramos nessa casa, nesta cidade, neste travessão na beira do rio, e temos que pensar nisso também olhando o resto do mundo, afinal a cada também é deles.
Aceito o convite meu caro "Pé na Cova".

Tarcísio Feitosa da Silva

Cel: 93 9137 2219
Tel/Fax: 93 3515 2111
Pesquisador Associado do Laboratório Agroecológico da Transamazônica - LAET
Gestão de Unidades de Conservação e Manejo Florestal Comunitário
Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável UFPA/EMBRAPA/NEAF/LAET



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